domingo, 13 de março de 2011
Droga do tipo amor
sábado, 5 de março de 2011
De volta ao diário
Um som ligado e um povo pulando com uma única justificativa : é carnaval.
Milhares de mijões na rua. Uma falta de respeito à quem por ali passa e também uma falta de higiene. Um monte de gente bêbada, que acha engraçado ficar caindo em meio a multidão.
No entanto, há as pessoas que conseguem se divertir de uma forma saudável... vestem-se de uma forma criativa, pulam, dançam, suam e voltam para casa com a lembrança de muitos momentos inesquecíveis.
O carnaval é de origem grega, mas foi aperfeiçoado em Veneza na Itália. Apesar da origem estrangeira, esse, é a cara do Brasil. Afinal, os convidades e participantes dessa grande festa, são de todas as raças. Negro, branco, pardo... uma mistura, uma aquarela brasileira.
No aspecto lazer, o nosso país está de parabéns. É claro que há suas desigualdades, como sempre. Lugares em que o carnaval não é principal festa do ano, e por isso, nesses ambientes, não há uma total curtição. No ponto de segurança, seria hipocrisia da minha parte, dizer que é ótima, linda e perfeita. Não, não é. Mas a culpa disso não é apenas do governo, existe uma participação da população que não sabe se divertir de uma forma legal e bebem exageradamente e começam então, a estregar a festa alheia e fazer fuzarca.
O carnaval aqui é do Brasil para todo o mundo. A festa aqui começa e só termina quando a energia acaba, quando o feriado, infelizmente, chega ao fim. Mas durante a festa, todo mundo foi quem queria ser, curtiu o que queria. E para quem não aproveitou, sendo até mesmo pra dormir, calma! Ano que vêm no mês de fevereiro, têm mais carnaval!
Por Carol Oliveira
Período de aula. Estou estudano textos dissertativos para fazer um bom vestibular. Bem, não é o melhor dos textos pra quem curti contar histórias.. Mas enfim, o tema da minha prova de redação foi : O carnaval é cara do Brasil? Bem, eu não tinha nenhuma ideia sobre o tal, e meu texto acabou ficando muito ruim. Só agora, que a cratividade me veio. Então, resolvi falar sobre.
Enfim gente linda, acho que por aqui, agora, esse tipo de texto será comum.. Estou no segundo ano.. não sei com certeza o que quero fazer. Penso em medicia, na área de psiquiatria, por isso estudo muito. Ou então marketing, na UEL, a qual dizem ser a melhor do Brasil... mas enfim, ainda é um caso a ser pensado. Tenho que fazer algo que eu goste e que seja boa..
kiss for all :D
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Olááá! :)
Acho que devo satisfação, não postava nada já há algum tempo...
Não estava muito estimulada, apesar de ter ganhado a olimpíada de redação do meu colégio! *-*
Mas enfim, essa fase já passou. Volta às aulas! Gosto de estudar.
Sim, gostaram da nova cara do blog? queria algo feliz! :D
E outra, postei 3 textos de ontem pra hoje, eram textos que eu havia deixado no papel, então passei para cá.
O do Raul que é o meu preferido dos três.
Tem o das rosas e o do medo.
Bem, acho que podem gostar, são bem diferentes!
Estava tentando tirar uma foto feliz para pôr aqui... mas, desisti! rs.
Um grande beijo para vocês.
Carol Oliveira, a menina feliz.
Asas à emoção
Só existe um medo em todo o universo, o medo de sofrer. Você não tem medo de tentar, apenas receia não conseguir. Não sente medo de amar, apenas de não ser amado. Você não tem medo da montanha russa, ou da aventura, e sim dela não dar certo.
Rejeitamos a dor, a receamos. Assim como o verão não gosta da chuva, como uma ave tem medo de perder as asas. Afinal, quem gosta de sofrer?
E enquanto o medo nos poupa de viver, o tempo passa e vamos deixando para trás o nosso futuro. Morremos e não vivemos nada por adiantarmos um sofrimento incerto. A não realização de um sonho, o arrependimento. Triste é se arrepender pelo que fizemos, mas pior ainda, é sentir rancor pelo deixamos de fazer.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
As flores do nosso jardim
Sim, Rosinete foi podada, e usada na decoração do buquê, que foi jogado após a cerimônia para as mulheres solteiras. Uma delas o pegou, o largou na mesa e foi dançar. Nete morria de sede. Entre muitas rosas do enfeite, ele se foi sozinha e sem cheiro.
" Arranquemos as rosas invenenadas, essas com inveja, egoísmo, do nosso jardim. Deixemos aquelas boas, sem rancor, grades espinhos..."
Rosicreusa voltou a se reproduzir. Muito bonita era e por maior que fosse a encomenda, o jardineiro não arrancaria aquela roseira, pois essa sim merecia ter grandes raízes.
RAUL = LUAR
Certa vez, um Raul tinha medo da noite, necessariamente da lua. Acreditava esse rapaz que aquela "coisinha" que ilumina a noite e tanto chama a atenção dos apaixonados, podia feri-lo. Ele era certo da cabeça sim, só tinha medo de sair a noite, receava a dor de um astro caindo na sua cabeça, lhe fazendo sofrer. Esse trauma que tinha, surgiu em uma das noites em que o tal admirava e se deliciava com o luar.. até que a lua caiu. Tipo, aquilo que ele apreciava tanto, sumiu, desapareceu, FOI PARA O BELELEU. Cara, imagine se de repente você está de pé, bem seguro, e seu chão começa a se quebrar e você cai e então grita, chora porque está perdido... Foi assim que Raul se sentiu ao perceber que sua querida companheira "havia ido embora" , "caído". Talvez estivesse cansada dele.. não importa, ele não queria mais sair a noite para que não se apaixonasse por uma estrela e daí, ela o deixasse como fez a lua. Não vou dizer quer Raul perdeu esse medo logo, mas com as saídas durante o dia se encantou com o sol. Ele chorava toda vez quando o o sol se punha. Porém, no outro dia estava aquela estrela calorosa, brilhando, olhando para o Raul. Bem, como gostava bastante do Sol, não viu nenhum problema em voltar a sair à noite... Quando fitou o céu azul escuro... Sentiu uma coisa louca ao olhar para Lua, e então descobriu que ela não havia o deixado.. Na época que desapareceu, estava nublado , as nuvens a cobria. E então, Raul percebeu, ou o Sol que ensinou, que não devemos nos afastar, chorar, temer, quando as estrelas se apagarem, quando a lua sumir, quando o sol se pôr. Pois, todo dia, será um novo dia e toda noite uma nova noite... Raul olhou para o céu e falou: " Quanto tempo eu perdi. Me perdoe Lua, eu sou um bobão." A lua caladinha ficou, e quem cala consente. Nada de sumir novamente, sem vingança. Por quê não deixar-se viver? por quê não fitar o luar até o amanhecer?
A Carol Oliveira de sempre.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Deve acontecer

Hoje vou contar uma história baseada em fatos verídicos. Vou relatar para vocês uma história animal, mas não do tipo radical.. ANIMAL mesmo. É um tanto romântica, então que os sem coração parem agora de ler ou ouvir esse conto.
A noite estava feia, nem dava para ver a lua. Uma chuvarada. Daí que um sapinho resolveu se abrigar debaixo de um teto. Uma sapinha que também andava por ali fez o mesmo. Então eles começaram a bater um papo, saponês. Então o sapo ficou tão encantado com a sapa que pediu para que viesse encontrá-lo no dia seguinte às 20 hrs. Bem, ela foi. Certa vez quando estava descendo as escadas, reparei neles e como é de meu costume dar boa noite a todos, desejei aqueles anfíbios uma ótima noite. Então, eles passaram a frequentar minha área de inverno todos os dias. Dei nomes a eles, Pit e Pet. Bem algumas pessoas me perguntam como sei que são macho e fêmea.. bem, os vi em uma cena de amor... Enfim, os dois sempre se encontravam as 8 e iam embora as 22 hrs, o que eu achava super interessante. E ficavam lá, um olhando para cara do outro, talvez se declarando, reparando os detalhes que despertou tamanha afeição. Até que em um dia feio, uma sapa entrou na lavanderia, meu pai disse que ia colocar pra fora a tal. Então que eu disse que podia por para fora, pois não era Pet. Daí que ele acabou matando a sapa. E a noite, quando deu as 20hrs, só Pit foi à área de inverno e não me toquei que Pet era a tal sapa, e ela nunca mais voltaria.
Pit ficou, não foi embora às 22hrs, ele virou a noite a espera de Pet. E hoje, ainda hoje, ele vêm a área de inverno, talvez tenha esperança que ela volte ou talvez ele fique ali pra relembrar dos bons momentos. Não sei, apenas tenho certeza de que ele pensa nela, fica lá olhando pra parede sozinho imaginando onde ela possa estar.
Até o sapos amam, porque nós não podemos amar?
O pra sempre nem sempre acaba, porque ninguém pode destruir uma lembrança que você tem. Talvez devêssemos amar mais, sermos mais fiéis aos sentimentos. Sofrer todos sofrem, mas não é só isso, fomos, somos felizes e é por isso que devemos aproveitar aquele instante como se fosse o último, amar como se fosse imperdoável não amá-lo, querer bem como se fosse à nós mesmos.
Quando você ama você nunca está sozinho, e quando não se está sozinho, não se sente medo, e quando não há medo, existe um coração feliz. Então ame e deixe seu coração bater forte por coisas boas, deixe você ser feliz.
ps. A sapa gata da foto é Pet. Ganhei esse urso de niver, e coloquei o nome em homenagem. Não reparem em mim.